Super Taças de Seniores em Setúbal - Vamos encher os Pavilhões - mas com dignidade a Modalidade merece
Calendário e Resultados na Barra Direita

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

EHF – Eleições – I

EHF – Eleições – 2016

Após notícia, publicada no sítio da EHF, em 18-08-16, ficamos a saber que no próximo Congresso da EHF a realizar em St. Wolfgang (Áustria) em 17-09-16, se realizariam eleições para o período de 2016-2010.

Eleições que interessam á Federação de Andebol de Portugal, pois perderá alguns dos lugares que detinha á alguns anos e que prestigiavam a modalidade, pois devido a uma alteração estatutária que limita a idade dos dirigentes da EHF a 68 anos, assim como a um máximo de três (3) mandatos de quatro (4) anos cada, em uma função.

A EHF publicou a lista dos candidatos aos vários comités, e inclusive não só aos mais altos cargos como igualmente aos membros dos mesmos. Que pode ser lida aqui neste link.

Apesar de apenas se verificar a existência de um único candidato a Presidente da EHF, que será no nosso entender uma sucessão lógica. Ou seja Michael Wiederer (Áustria) é o único candidato á sucessão de Jean Brihault (França),

Portugal que detinha a presidência do COH (EHF Court of Handball), através de Rui Coelho, perde esse importantíssimo lugar e não apresenta qualquer candidato, havendo no entanto dois candidatos (Panos Antoniou – Chipres e Henk Lenaerts – Holanda). Verifica é que Portugal apresenta para candidato a membro desta Comissão um nome que não é esclarecedor (pelo menos para nós),de José Costa. Nome este que volta surgir como candidato a membro do COA (EHF Court of Appela), ou seja o órgão de recurso, aqui certamente por retaliação pois Portugal já estava representado por Lucio Correia.

Uma função em que existe substituição e que poderá provocar ou não impacto nos portugueses que fazem parte cos comités da EHF, diz respeito á possível substituição do Homem da Arbitragem do Comité de competições, o macedónio Dragan Nachevski, que se recandidata, mas existindo outro candidato, Jiri Konecny (República Checa). Será que não está em causa a continuidade de António Goulão neste órgão?

Depois temos a manutenção segura na Comissão de Métodos do lugar, de responsável pelo desenvolvimento de Pedro Sequeira, que é o único candidato.

Na Comissão de Andebol de Praia, com noticias já publicadas em Jornais Regionais, da indicação de Mário Bernardes (Presidente da Associação de Andebol De Leiria), para a referida comissão, o que se verifica na lista de candidatos apresentada, é que o seu nome é completamente omisso.

Sensacionalmente (mais uma vez na nossa opinião), apresenta uma candidata a segundo membro da WHB (Women’s Hanbdall Board), ou seja para a Comissão do Andebol Feminino, que é nem mais nem menos do que uma funcionária da própria Federação (Leonor Mallozzi), esperemos que seja eleita pois ela sabe mais (certamente) dos problemas da EHF e da IHF, do que qualquer dirigente da Federação, o que se estranha, é própria Federação não indicar ninguém da sua estrutura directiva, será por incapacidade?

O estranho de tudo isto, é que uma Federação que é pródiga em notícias, no seu sítio, até ao momento, não tenha dito uma palavra, nem esclarecido nada acerca das suas propostas, e das suas opções e quem são as pessoas. Porquê?

O Administrador.

Planteis PO09 – Época 2016 / 2017 – CS Madeira

Pela primeira vez, vamos divulgar os principais dados de uma equipa Feminina, participante na PO09, mais divulgaríamos, se nos fossem enviados os respectivos dados, pois seria mais uma forma de divulgar o Andebol feminino, e pelo que nos é dado a observar existe quem trabalhe em termos de Marketing.

Hoje publicamos o Plantel do CS Madeira

CS MADEIRA

Pavilhão – Do Funchal

De destacar a saída de várias atletas que por motivos académicos deixarão a Madeira, prosseguindo a carreira desportiva em clubes das áreas geográfica para onde irão estudar.

Para colmatar estas saídas, foram promovidas várias atletas dos escalões de formação do CS Madeira, a que se juntam duas atletas que regressam ao Clube: Catarina Ascensão, após uma passagem por Espanha e pelo Madeira SAD, Maria Kourdoulos, que havia feito toda a sua formação no CS Madeira antes de rumar a Londres, onde, a par da vida académica, jogou no London Thames Handball, a equipa Universidade onde estudou.

O Noticias

VI Gala do Andebol – 2016 - I

A FAP divulgou dados finais sobre a realização da VI Gala FAP (Mais uma vez dizemos outras houve e que não devem ser esquecidas repetimos, pois, por vezes a memória é curta), se pretende que seja um dos momentos altos da época, onde se reconhece, agradece, e se premeia, as consideradas figuras da época, e conforme informação da Federação existe o chamado prémio “Homenagem” que pode ser individual ou envolver diversas figuras, mas não informa quem ou quais.

Mais uma vez, e não nos cansamos de repetir, esta realização é uma tarefa singular, que deve conter no seu espírito, além do seu evidente e gratificante significado, deverá ser de agradecimento para com todos, mas mesmo TODOS OS AGENTES DA MODALIDADE.
Repetindo-se de época para época, esta Gala será realizada no Âmbito de “SETÚBAL CAPITAL EUROPEIA DO DESPORTO 2016” e realiza-se no mítico Fórum Luísa Todi, em 27-08-16.

No entanto a apresentação das votações sofreu uma forte alteração, que nunca é referida na noticia, pois ao contrário das anteriores Galas, eram apresentados cinco (5) nomes, dos quais a Federação depois divulgaria os três (3) mais votados, e apresentado os resultados finais na Gala, propriamente dita, agora apresenta apenas os 3 melhores nomes indicados pelos diversos intervenientes, e nalguns casos quatro (4), dando a explicação para o facto.

As votações desta vez decorreram num espaço de tempo mais que suficiente para poderem existir excelentes votações em termos percentuais, e tem o tempo mais que suficiente para ser condigna, pois a modalidade assim o merece.

Os vencedores de cada Categoria, serão conhecidos somente na Gala, segundo se depreende do texto da notícia.

Não iremos repetir os nomes colocados a votação por os mesmos já terem sido amplamente divulgados, apenas diremos que os mesmos se referem á época 2015 / 2016, e nas seguintes categorias:

·         Atleta Revelação Masculino
·         Atleta Revelação Feminino
·         Melhor Jogador
·         Melhor Jogadora
·         Melhor GR (masculino)
·         Melhor GR (feminino)
·         Melhor Treinador Provas Masculinas
·         Melhor Treinador Provas Femininas
·         Melhor dupla de árbitros
     
  O Historiador

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

PO23 - Taça de Portugal Seniores Femininos – 2016 / 2017 - I

A Federação tal como o fez para o masculino, publicou igualmente através do seu Comunicado Oficial. N.º 19 (19-08-16), a estrutura da prova, e tal como aconteceu nos masculinos, e já por nós várias vezes afirmado, esta que deveria ser por excelência do Calendário Feminino, a prova onde normalmente se verificam as grandes surpresas nos resultados, devendo desse modo ser uma prova de massiva participação, e com Regulamento aberto, e sem condicionantes.

O seu regulamento manteve-se praticamente igual ao anterior, mantendo-se e a mesma obrigatória aos clubes participantes na PO10, desde a sua 1.ª Fase, o único de requisito de participação, é a existência de um técnico qualificado. Mantendo-se todos os ajustamentos feitos na época anterior, onde as mais significativas na nossa opinião, são:
  •  Obrigatoriedade de a partir dos 1/8 Final de existirem no mínimo 12 atletas por jogo;
  •  As zonas nas Eliminatórias serão até aos 1/16 Final;
  • Mantendo-se os seis primeiros classificados na prova na época anterior, na PO09, como cabeças de série (não se defrontando entres i) nos 1/16, e nesta eliminatória sempre que jogarem com equipas de divisões inferiores, jogarão como visitantes. 

Poderá parecer uma contradição, Mas tal como dissemos para os masculinos, esta prova só voltara a ter verdadeiro espírito de taça, quando for uma prova aberta sem limitações, e com todas as equipas a iniciarem a sua participação ao mesmo tempo.

Infelizmente ainda não se sabe quantas equipas irão existir na PO10. Apenas poderemos dizer que na época 14/15 a participação destas equipas foi em número de 20, e na época 15/16 foi exatamente o mesmo número, no mínimo que esta época existam as mesmas 20 equipas já seria muito saudável (na nossa opinião), significa que com as equipas da PO09, participarão na prova apenas 32 equipas.  

A Federação volta a colocar neste Regulamento, um artigo, cujo alcance no seu limite interpretativo é um sério aviso aos clubes de que apenas participarão nas Competições Europeias se a FAP assim o considerar, repetimos, poderá parecer Estranho! Aquilo que se verifica é que em relação aos Femininos, este artigo tem toda a justificação, bastando para tal verificar as suas participações nas provas europeias.

Artigo 1.º (Prémios)
Ponto 4. A designação dos diferentes representantes para as competições europeias de Clubes terá, sempre, de ser ratificada pela Direção da FAP, mormente tendo em atenção as condições económicas e/ou desportivas de cada um dos Clubes, procedendo às substituições respetivas quando for caso disso.”

A estrutura da prova será:

1ª Eliminatória – todos os clubes da PO.10 – 15-10-2016
1/16 Final – Vencedores da 1ª Eliminatória e clubes da PO.09 – 01-11-2016
1/8 Final – Vencedores dos 1/16 Final – 08-12-2016
1/4 Final – Vencedores dos 1/8 Final – 01-04-2017
1/2 Final – Vencedores dos 1/4 Final – 03-06-2017 
Final – Vencedores das 1/2 Finais – 04-06-2017

A Federação, prevê no Regulamento Especifico da Prova, a realização na prática de uma Final Four.

Sorteio da 1.ª Eliminatória e doa 1/16 Final, realiza-se em – 12-09-2016

O Noticias

Época 2016/2017 - XVIII Torneio de São Mateus - III

A RECTIFICAÇÃO
TORNEIO INTERNACIONAL DE VISEU
(XVIII TORNEIO DE SÃO MATEUS)

Na apreciação á dupla de Arbitragem da final o nosso colaborador disse nomeadamente “ …pergunta-se como é possível aos 14 minutos de jogo João Paulo Pinto ser assistido em campo e ter continuado a jogar, quando devia ter saído e só voltar a entrar passados que fossem 3 ataques da sua equipas…”

Ora tal afirmação, por erro ou mau visionamento do lance não está correcta, e após visionamento do jogo, constata-se que existe um forte erro de avaliação, ora deste modo quando se erra, deve-se retificar o erro dando a “face”, pedindo desculpa do mesmo, em especial á dupla de árbitros, que efetivamente cumpriu com as regras. Pois é visível que na mesma altura é sancionado com uma exclusão o atleta do Benfica Ales Silva, e aqui estamos a dar a cara e a pedir desculpa de erro de avaliação mal feita, pelo nosso colaborador, assumindo o mesmo.

Os Árbitros limitaram-se a cumprir o que se encontra estabelecido no Esclarecimento 8 (Jogador Lesionado Regra 4:11) das regras nomeadamente na sua alínea c) que voltamos a transcrever:

  1. Regra 4:11, 2.º parágrafo não se aplica nos seguintes casos
·         Se o tratamento necessário da lesão no terreno de jogo é resultado de uma acção ilegal por parte de um jogador adversário que tenha sido sancionado progressivamente pelos árbitros.

·         Se um guarda-redes é atingido por uma bola na sua cabeça e é necessário tratamento dentro do terreno de jogo

Texto este por nós publicado em 29-07-16.

No entanto o Documento elaborado pela Federação e que acompanha o CO N.º 15 de 12-08-16, é escasso e pouco esclarecedor. No entanto o mesmo não serve de desculpa ao que foi indevidamente escrito.
O Administrador Delegado

Jogos Olímpicos (2016) – Andebol – Qatar

RIO 2016 NO MASCULINO
EQUIPA DO QATAR 

Esperamos que a moda não pegue, e a IHF, meta um sério travão nisto, e não trate do assunto apenas pela “rama” como muito bem diz o português, pois ao nível de clubes estamos quase ao mesmo nível, infelizmente.

Anote-se como era constituída a Equipa do Qatar, presente nos Jogos Olímpicos do Rio 2016.

Equipa constituída com 11 estrageiros:

Bósnia (2) – Saric e Memisevic
Montenegro (2) – Stojanovic e Markovic
Síria (2) – Mallash e Zakkar
Cuba (1) – Capote
Espanha (1) - Fernandez
França (1) – Roiné
Croácia (1) – Bagaric
Egipto (1) – Mabrouk

Resumindo apenas três (3) Jogadores eram naturais do Qatar – Alrayes, Megdich e Abdulrazzaq.

Sem mais comentários.

O Analista 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Super Taças – Masculina e Feminina – 2016 - II

SETÚBAL - CIDADE EUROPEIA DO DESPORTO
SUPER TAÇAS MASCULINA E FEMININA

Conforme noticia, publicada em tempo, na corrente época as Super Taças, quer Masculina, quer Feminina, já não são as provas de abertura da época Desportiva. Recordamos as mesmas se realizam no próximo fim-de-semana pensamos que em simultâneo, se realiza igualmente a VI Gala da Federação. Todas estas organizações integradas nas celebrações de Setúbal Capital Europeia do Desporto 2016.

Queremos desde á saudar o regresso do renovado Pavilhão Antoine Velge aos grandes momentos da modalidade.

Mas teremos de deixar um reparo, embora conscientes da enorme dificuldade que é (em especial financeira) a colocação de jogos em sinal aberto, pois os canais, chamados de serviço público que continuam a não transmitir andebol.

Calendário das Provas

PO22 – Super Taça Seniores Masculinos
Dia 28-08-16
ABC – Benfica (18H00) Bola TV e Andebol TV

PO24 – Super Taça Seniores Femininos
Dia 28-08-16
Madeira SAD – CS Madeira (16H00) Bola TV e Andebol TV

O Noticias

Planteis PO01 – Época 2016 / 2017 – AC Fafe

Continuamos hoje a publicação dos planteis das equipas da PO01, sem nenhuma ordem especifica, dependendo apenas de termos ou não reunidos todos os elementos de que necessitamos.

Hoje publicamos o Plantel do AC Fafe

AC FAFE

Pavilhão – Municipal de Fafe
Nota – Reinicio dos Trabalhos – 25-07-16

O Noticias

PO20 - Taça de Portugal Seniores Masculinos – 2016 / 2017 - I

A Federação publicou através do seu Comunicado Oficial. N.º 18 (19-08-16), a estrutura da prova, que conforme várias vezes temos afirmado, deveria ser a prova por excelência do Calendário Nacional. Sendo esta a prova onde normalmente se verificam, ou se deviam verificar, as grandes surpresas nos resultados, devendo (no nosso entender) desse modo, ser uma prova de massiva participação, e com Regulamento aberto, e sem condicionantes. Pois se em 2013/2014, logo na 1.ª eliminatória tivemos 61 clubes, na época 14/15 tivemos 59, e finalmente na última época (15/16) tivemos 66, esperamos que a tendência se mantenha, para números ainda mais significativos.

A Federação, felizmente já divulgou (saúda-se) os Regulamentos Específicos das Provas, o que nos permite um melhor analise desta competição. E continua a verificar-se a obrigatoriedade dos clubes participantes na PO03, desde a sua 1.ª Fase, o poderá facilitar maior número de participantes, veremos se resulta.

Continua a verificar-se a norma dos cabeças de série, Assim, os seis primeiros classificados do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão da época anterior, serão cabeças de série (não se defrontando entre si) nos 1/16 de final, sendo que nesta eliminatória os clubes da PO01, sempre que defrontarem Clubes de Divisão inferior, jogarão na condição de visitantes

Mas esta prova só voltara a ter verdadeiro espírito de taça, quando for uma prova aberta sem limitações, e com todas as equipas a iniciarem a sua participação ao mesmo tempo.

A Federação volta a colocar neste Regulamento, um artigo, cujo alcance no seu limite interpretativo é um sério aviso aos clubes de que apenas participarão nas Competições Europeias se a FAP assim o considerar, repetimos, Estranho! Qual a justificação para o mesmo? Se nunca tem aplicação pratica.

Artigo 1.º (Prémios)
Ponto 4. A designação dos diferentes representantes para as competições europeias de Clubes terá, sempre, de ser ratificada pela Direcção da FAP, mormente tendo em atenção as condições económicas e/ou desportivas de cada um dos Clubes, procedendo às substituições respetivas quando for caso disso.”

Alerta-se para o facto de a Federação, ter mantido no Regulamento Especifico, a indicação clara, qual a ordem de precedência para a indicação á EHF, será sempre a ordem classificativa estabelecida na PO01, esta prova, apura para a Challenge CUP. Na nossa opinião é uma indicação que se impunha.

A Federação, embora não o diga declaradamente “o que se estranha”, a prova termina certamente, com a realização de uma “Final Four”, (deduzindo-se do conteúdo do CO N.º 18),

Mais uma vez se saúda, a Federação por no Regulamento Especifico da Prova, ter previsto a criação de zonas para as primeiras eliminatórias.

A estrutura da prova será:

1ª Eliminatória - todos os clubes da PO.02 e PO.03 – 08-10-2016
2ª Eliminatória - Vencedores da 1ª Eliminatória – 13-11-2016
1/16 Final - Vencedores da Eliminatória anterior e clubes da PO.01 – 10-12-2016
1/8 Final – Vencedores dos 1/16 Final – 28-01-2017
1/4 Final – Vencedores dos 1/8 Final – 18-03-2017
1/2 Final – Vencedores dos 1/4 Final – 03-06-2017
Final – Vencedores das 1/2 Finais – 04-06-2017

O Sorteio da 1.ª Eliminatória, realiza-se em 12-09-16

Em breve publicaremos artigo similar dedicado á Taça no Feminino.

O Noticias

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Nomeações – EHF – 2016 / 2017 – II

A EHF procedeu a diversas nomeações, para algumas das provas Europeias, que vão ter o seu início em breve, tendo Portugal sido contemplado com novas nomeações.

Árbitros
Daniel Freitas / César Carvalho – Foram nomeados para dirigir o encontro da 1.ª Mão da Qualificação 1 da EHF CUP Masculina, que se disputa entre o US Creteil Handball (França) e o HC Zamet (Croácia), em França no dia 02-09-19.
Marta Sá / Vânia Sá – Foram nomeadas para dirigir o encontro da 2.ª Mão da Qualificação 1 da EHF CUP Feminna, que se disputa entre o Lugi HF (Suécia) e o Nykobing Falster HK (Dinamarca), na Dinamarca no dia 18-09-16.  

Delegados
Manuel da Conceição - Foi nomeado, para o encontro da 1.ª Mão da Qualificação 1 da EHF CUP Masculina, que se disputa entre o Chambery Savoie Handbal (França) e o HV KRAS/Volendam (Holanda), em França no dia 03-09-16.

Aos nomeados os nossos parabéns, e as maiores felicidades.

O Regras

Jogos Olímpicos (2016) – Andebol – Final Masculina

RIO 2016 NO MASCULINO
DINAMARCA - MEDALHA DE OURO OLÍMPICA
(SUCEDE À FRANÇA) 

França 26 – 28 Dinamarca

Mais uma vez a final disputada entre o detentor da medalha Olímpica a França que se apresenta como grande favorita, jogando a sua terceira final Olímpica consecutiva, após ter vencido nas 1/2 Final pela diferença mínima a Alemanha (Actual Campeã da Europa), com um golo marcado nos últimos 10 segundos do tempo regulamentar por Daniel Narcisse, frente á Dinamarca que pela primeira vez está presente numa final Olímpica, após ter disputado uma única vez um jogo para as medalhas neste caso (medalha de bronze), em 1984 em Lo Angeles, diante a Roménia, tendo sido derrotada por 23-19, chegando a esta final após vencer a Polónia (29-28), em prolongamento, com a curiosidade de ambos os finalistas terem vencido pela diferença mínima, e exatamente pela mesmo resultado, proporcionando jornadas de excelente propaganda para a modalidade, pena foi a forma como estes jogos foram transmitidos em Portugal. Assim tivemos uma Final inédita. O encontro encerrava ainda a curiosidade de se saber se continuava ou não a onda de vitórias da França, pois na 1.ª Fase as duas equipas que estavam no mesmo grupo “A”, a França venceu por 33-30. Só que desta vez foi precisamente o contrário e venceu a Dinamarca na sai primeira final Olímpica, derrotando a França e impedindo esta de chegar ao ambicionado “tri” Olímpico. Jogo disputado por duas excelentes equipas e que foi de grande equilíbrio, basta dizer que aos 28 minutos de jogo se registava uma igualdade a 14 golos, para uma das grande figuras do jogo M. Hansen (8 golos) juntamente com o ponta Svan (4 golos) marcarem e colocarem a Dinamarca a chegar ao intervalo a vencer por 16-14. No segundo tempo o equilíbrio manteve-se embora a Dinamarca tenha comandado sempre o marcador chegando aos 5 golos de diferença quando estavam decorridos cerca de 48 minutos (25-20), com os franceses onde D. Narcise (4 golos), e o mítico N. Karabatic (5 golos(, sem esquecermos Guigoi (6 golos) tudo fizeram para minimizar os estragos, mas encontraram pela frente um Jacobsen Landim na baliza dinamarquesa em dia sim, apesar de apenas ter (23% de eficácia contra os 38% de Omeyer, que numa tentativa de dar a volta ao resultado foi substituído por Vicente Gerard, O encontro foi dirigido pela dupla de Espanha, Oscar Raluy / Angel Sabroso, a quem já assistimos a actuações mais positivas, pois em termos disciplinares não mantiveram um critério de equidade para com as equipas.

Resultados

1/2 Final
Polónia 28 – 29 Dinamarca (C/Prolongamento)
França 29 – 28 Alemanha

3.º / 4.º Lugar
Polónia 25 – 31 Alemanha

A Alemanha (actual Campeã da Europa) ao vencer a Polónia, obtém a medalha de bronze.

Final
França 26 – 28 Dinamarca

Arbitragem PortuguesaDupla Portuguesa não foi indicada para qualquer jogo, nem como suplente, nas 1/2 Final, terminando a sua presença nestes Jogos Olímpicos, onde estiveram segundo as palavras do CA pela via da utilização da “Diplomacia Desportiva”, nós diremos pela “Diplomacia da Frustração”, pois ao verificarmos as nomeações realizadas nestes jogos verificamos e conformamos em texto anterior que a dupla portuguesa (infelizmente), foi das duplas com menos jogos dirigidos (3), apenas dirigiu menos a dupla do Irão (2), se compararmos com os 10 jogos da dupla Eslovénia, ou com os 7 da dupla Francesa e das duplas de Espanha e da República Checa por exemplo ou ainda os mesmos 7 da dupla da Islândia, não temos qualquer dúvida em afirmar que não existiu qualquer diplomacia, ou então os jogos da dupla portuguesa não foram suficientemente boas para os responsáveis da IHF.É Pena.

Classificação Final1.º Dinamarca, 2.º França, 3.º Alemanha e 4.º Polónia

Melhor Jogador – Mikkel Hansen (Dinamarca)
Melhor Marcador – Karol Bielecki (Polónia) - 55 golos

Melhor Equipa

PE – Uwe Gensheimer (Alemanha)
PV – Cedric Sorhaindou (França)
PD – Lasse Svan (Dinamarca)
LE – Mikkel Hansen (Dinamarca)
C – Nikola Karabatic (França)
LD – Valentin Porte (França)
GR – Niklas Landin Jacobsen (Dinamarca)

O Analista 

Época 2016/2017 - XVIII Torneio de São Mateus - II

SPORTING VENCE
TORNEIO INTERNACIONAL DE VISEU
(XVIII TORNEIO DE SÃO MATEUS)
Ao contrário de outras épocas, desta vez o Torneio Internacional de Viseu (não compreendemos a alteração da designação, pois na realidades trata-se do Tradicional Torneio de S. Mateus que vai na sua XVIII edição) não foi o torneio que serviu de abertura da época, mas voltando a colocar Viseu na rota de um dos principais polos de Andebol por um fim-de-semana. Pois em simultâneo com o Torneio, a FAP realizou uma ação de formação levada a efeito pelo Conselho de Arbitragem.

De destacar pela negativa mais uma vez a ausência da Televisão Pública nestes eventos. Foi uma pena. Valeu a pena as transmissões através da Andebol TV e dos canais de Televisão dos 3 clubes portugueses.

Os Jogos foram disputados no Pavilhão Cidade de Viseu.

Resultados

Dia 20-08-16
Benfica 34 – 27 Chekhouvskie Medvedi
Sporting 27 – 24 FC Porto (17H30)
Dia 21-08-16
3º e 4º classificados
Chekhouvskie Medvedi 30 – 29 FC Porto  
Final
Benfica 22 – 25 Sporting

Classificação Final1.º Sporting, 2,º Benfica, 3.º Chekhouvskie e 4.º FC Porto..

No primeiro dia do torneio, assistimos a dois jogos com alguma animação, sendo um deles um clássico da modalidade que terminou com a vitória dao Sporting frente ao FC Porto, que se apresentou com uma equipa totalmente renovada, mas que ainda funciona pouco como equipa, e onde os seus valores individuais resolveram na prática o jogo, apresentado uma equipa cujos índices físicos são bastante acima da média Nacional, num encontro onde comando o jogo e o marcador praticamente durante os 60 minutos, com excepção do período compreendido entre 27 e os 29 minutos, quando se registou uma igualdade a 12 golos, para o intervalo chegar com o resultado já a favor do Sporting por 14.12. Neste período destaque para o bom desempenho de Cudic na baliza do Sporting, mas com grandes falhas nas tentativas de contra-ataque directo e para a prestação do cubano Carol (10 golos) o melhor marcador em todo o encontro, por sua vez no FC Porto, uma referência para a sua equipa que já funciona como tal, e para Alfredo Quintana, já em excelente momento de forma e para o jovem Leandro Semedo (4 golos) e um dos seus melhores elementos. No segundo tempo, passaram-se alguns período de jogo, em que as falhas técnicas de ambas as equipas eram maiores que que o andebol praticado. De destacar nas duas equipas neste período os seus guarda-redes Hugo Laurentino pelo FC Porto e Asanin pelo Sporting, que chegou a ter 6 golos de vantagem (26-20 aos 55 minutos), com estaque para Bolovic (5 golos) pelo Sporting e para José Carrillo (5 golos) pelo FC Porto. Destaque pela negativa, para as 6 exclusões sofridas pela equipa do Sporting. Jogo dirigido pela dupla Internacional de Leiria Daniel Martins e Roberto Martins, que tiveram uma actuação relativamente positiva, podendo ainda apertar mais o seu critério na sanção progressiva.. No outro encontro tivemos um Benfica recheado de juventude, e quase sem reforços diante uma equipa russa, dirigida pelo mítico Vladmir Maximov. A equipa do Banfica apesar da sua juventude, onde pontificavam por exemplo (Alexandre Cavalcanti e Augusto Aranda), comandou o jogo durante os 60 minutos do encontro, com o seu técnico a fazer uma autêntica gestão do plantel, onde apenas Paulo Moreno, não concretizou qualquer golo, e chegou ao intervalo a vencer por diferencial de 6 golos (20-14), tendo neste período em destaque NIkola Mitrevski na Baliza, apar no segundo tempo fazer uma completa gestão do plantel do jogo e do marcador perante uma equipa, que apresentou fortes sinais de cansaço (Face ao número de jogos já realizados em Portugal), e onde o seu guarda-redes que entrou no segundo tempo Grushko a ser uma das suas figuras enquanto do outro lado Hugo Figueira também entrou bem, o jogo também passou um perido de andebol bastante fraco, que durou cerca de 10 minutos a meio do segundo tempo, com elevado número da falhas técnicas, os russos que chegaram a estar por um diferencial de 8 golos, quando perdiam por 30-22 aos 22 minutos de jogo, fazem um parcial de 4-0 3 aos 26 minutos perdiam apenas por 30-26, com o Benfica a reagir muito bem. No Benfica total destaque para o seu reforço Stefan Terzic (5 golos) e a demonstrar excelentes qualidades como 1.ª linha, e para Fábio Vidrago (4 golos), outo dos reforços da época. Na equipa russa, não existiu quem tivesse especial destaque pois funcionaram como equipa, e tiveram 10 dos seus jogadores a marcarem, com o seu melhor marcador a serem, Kotov KIrrill e Pavlemko ambos com 4 golos cada. Jogo dirigido pela dupla de Aveiro, Ramiro Silva e Mário Coutinho, que no global produziram trabalho positivo, embora na nossa opinião pudessem ter tido uma intervenção mais forte no sancionamento do jogo passivo.

No segundo e último dia, começamos com o encontro entre os derrotados na véspera o Chekhouvskie Medvedi e o FC Porto, tendo ambos os treinadores aproveitado o jogo para testarem novos sistemas de jogo e darem tempo a jogadores menos utilizados, e ao mesmo tempo criarem um maior entrosamento entre os atletas que compõem os seus planteis. Na equipa Russa pode-se dizer que se registou uma grande melhoria em relação ao jogo da véspera em especial na prestação dos seus guarda-redes, o experiente Grams, e Grushko, com os guarda-redes do FC Porto Hugo Laurentino e Alfredo Quintana, a estarem também muito bem. A equipa russa evidenciou uma grande melhoria nos seus processos atacantes, e o FC Porto, testou por várias vezes uma defesa de forte envergadura utilizando os seus três atletas pivot’s Alexis, Salina e Victor Alvarez, numa solução que durante a época irá criar fortes problemas nos seus adversários, os seus principais reforços que já demonstraram grande qualidade, e entre os quais sobressai a eficácia de José Carrillo (9 golos), na Ponta Esquerda, enquanto o seu Lateral Nikola Spelic (2 golos), necessita de maior adaptação em especial nos processos atacantes da equipa. O Marcador foi praticamente comandado pela equipa russa durante os 60 minutos de jogo, com o resultado ao intervalo a ser de 16-15 a seu favor. Na equipa russa com 13 jogadores a marcarem golos, Maxim Kuretkov com 7 golos foi o seu melhor marcador. Jogo dirigido pela jovem bracarense, Fernando Costa e Diogo Teixeira, que não tiveram nem criaram quaisquer problemas, até na sansão progressiva estiveram bem.

No encontro da Final, o Sporting, venceu o Benfica num jogo com bons momentos de andebol (Mas ficamos com a sensação de que esta época iremos ter andebol de 6 ou 5, consoante a dupla de árbitros), e onde as duas equipas fizeram uma completa gestão do plantel, sendo a grande figura do jogo (na nossa opinião) o guarda-redes do Benfica ( Nikola Mitrevski) que entrou em jogo cerca dos 22 minutos e realizou uma extraordinária exibição sendo muito bem acompanhado quer por Aljosa Cudic, quer por Matej Asanin. O Sporting que esteve bem na defesa, mas que necessita ainda de entrosamento dos seus jogadores pois verificou-se que existe qualidade, mas curiosamente no primeiro tempo foi João Paulo Pinto (4 golos) a figura principal do Sporting no ataque, embora o seu melhor marcador tenha sido Janko Bolovic (5 golos) enquanto no Benfica Fábio Vidrago (5 golos) esteve simplesmente irrepreensível, já Carlos Carneiro enquanto jogou, demonstrou estar completamente fora de forma, apenas complicando o fácil, com Carlos Ruesga (1 golos) a equipa foi outra. No Benfica a adaptação de Stefan Terzic (2 golos) vai-se fazendo pois já demonstrou grande qualidade. O Resultado ao intervalo já era favorável ao Sporting por 14-12, com o Benfica a igualar e bem a 15 golos aos 36 minutos de jogo. Para posteriormente o Sporting voltar ao comado do jogo até ao final. Jogo com um total de 13 exclusões, mas nós vimos e não se registou nenhuma batalha campal. Dirigiu o jogo a dupla Internacional de Braga, constituída por Daniel Freitas e Cesar Carvalho, que num jogo com um grau de dificuldade mínimo souberam complicar, realizando uma arbitragem para esquecer, desde o número de exclusões por excesso de zelo, até ás faltas dos atacantes incompreensíveis, com uma completa desconcentração aos 46 minutos e jogo, e ainda estando num local onde se registou uma acção de formação, pergunta-se como é possível aos 14 minutos de jogo João Paulo Pinto ser assistido em campo e ter continuado a jogar, quando devia ter saído e só voltar a entrar passados que fossem 3 ataques da sua equipas.Pergunta-se o que lá faziam os delegados e o dirigente do CA que estava atrás da mesa?

Uma NotaEm nenhuma transmissão tivemos o tempo de jogo, o consideramos uma falha grave.

Nota – De saudar a boa presença de público neste Torneio, bem diferente do que se passou na última edição.

O Noticias

domingo, 21 de agosto de 2016

Crónica de Fim-de-semana – 01 – 2016 / 2017 – I - A

Começou como é hábito, o normal e regular desenvolvimento da época desportiva nacional. Iniciou-se com a prova de acesso à principal prova do calendário nacional (PO01- Campeonato Nacional da 1.ª Divisão Seniores Masculinos). Que esta época e conforme já por nós referido, sofreu fortes alterações não só no seu número de clubes como no seu modelo competitivo (Que representam na nossa opinião um retrocesso na Modalidade).

Regressando assim as nossas habituais crónicas de fim-de-semana, em princípio teremos o modelo da época transacta, separando as provas, sempre que se justificar, e criando crónicas intermédias quando se julgar conveniente. Esta crónica terá um caracter único, apenas pelas vicissitudes e originalidades que a nossa modalidade comporta.

Aproveitamos para desejar que as duplas de arbitragem que venham a dirigir jogos nas provas do Calendário Nacional, tenham uma época positiva e que as suas atuações, apesar das diversas alterações às Regras, contribuam para que as provas tenham um elevado grau de disciplina, competitividade e em especial de equidade.

Notas

Parece-nos que andamos as voltas com os delegados, pois desta vez todos os jogos tem delegados, pelo menos em teoria pelo que nos é dado a observar no sítio da FAP. Mas por aquilo que os meus “passarinhos” dizem e que consta, não existirão delegados em todos os jogos, motivos são completamente desconhecidos até ao momento, pois segundo as circulares emitidas pelo CA, apenas existiram ações de formação para alguns Delegados e para alguns observadores. E por aquilo que temos constatado parece-nos que iremos ter critérios demasiados “regionalistas”, o que significa, que os clubes passarão a “levar” sempre com os mesmos, e porque não os próprios delegados a “levarem” sempre com os mesmos clubes. No nosso entender deveria haver um total esclarecimento do que se irá passar. E que os elementos do CA irão estar presentes muitas vezes (não se entende porquê?)

Repetimos aqui tudo o dissemos na época anterior, pois deveria esclarecer-se quais são as verdadeiras funções destes elementos. Pois até ao momento, nem no sítio da FAP, nem nenhum CO, se publicou, ou foi publicado qualquer texto, onde sejam especificadas as suas funções.

PO01-A – Apuramento para o Campeonato Nacional da 1.ª Divisão Seniores Masculinos.

1.ª Jornada – Resultados
Dia 19-08-16
AC Sismaria 17 – 23 São Mamede
2.ª Jornada
Dia 20-08-16
AC Fafe 23 – 23 AC Sismaria
3.ª Jornada
Dia 21-08-16
São Mamede 17 – 25 AC Fafe

Classificação final – 1.º AC Fafe, 2.º São Mamede, 3.º AC Sismaria

Sobem á 1.ª Divisão os dois primeiros classificados e que são – AC Fafe e São Mamede

Esta prova iniciou-se com o AC Sismaria / São Mamede, que pelo que se acompanhou em termos de andamento do resultado, o jogo apenas foi equilibrado nos primeiros minutos que terminou com a equipa de Gândara na frente do marcador por 10-19, mas que se entendia que os homens da São Mamede, estavam para lutar, e assim foi com uma segunda parte de total domínio, venceram por uma margem bastante confortável. Na equipa do AC Sismaria o seu melhor marcador não foi além dos 4 golos (Luís Portela), com alguns dos seus recentes reforços em nítida baixa de rendimento, no São Mamede, tivemos João Baltazar com 7 golos como seu melhor marcador, bem acompanhado por João Pimental com 6 golos. Na 2-ª Jornada, realizou-se o AC Fafe com o AC Sismaria, que terminou numa igualdade a 23 golos, e deu imediatamente o apuramento á São Mamede, independentemente do resultado a verificar.se na terceira jornada, neste encontro cujo resultado pode constituir uma surpresa, poisa equipa do AC Fafe comandou durante os primeiros 30 minutos o marcador e o jogo, chegando a dispor de ventagens de 5 golos como por exemplo quando se registava 9-4 a seu favor, ou ainda o 10-5, permitindo de seguida um parcial de 6-3 pelo AC Sismaria que levou a que o resultado ao intervalo fosse de 13-11 ainda a favor do AC Fafe, este parcial seria o prenuncio do veio a acontecer no segundo tempo, com a equipa de Gândara, em plena recuperação, efectuando um parcial de 12-10, o que lhe permitiu alcançar a igualdade. Belmiro Alves com 6 golos foi o melhor marcador do AC Fafe, por sua vez Filipe Oliveira com 7 golos e João Antunes com 6 foram os melhores marcadores do AC Sismaria. Na terceira jornada, defrontaram-se São Mamede e AC Fafe, num jogo que decidia o segundo apurado para a PO01, que eventualmente até poderia ser o AC Sismaria, dependeria do resultado final, mas o AC Fafe refez-se do jogo da véspera, e venceu o São Mamede por números que não seriam provavelmente esperados, mas em que comandou praticamente o marcador durante a maior parte do tempo de jogo, já estando na frente do mesmo ao intervalo por 14-10, e consolidou o mesmo no segundo período de jogo, vencendo o jogo e vencendo a prova de acesso, e com o resultado final de 25-17, ascendeu á 1.º Divisão Nacional. João Baltazar com 6 golos foi o melhor marcador do São Mamede, enquanto Belmiro Alves com 9 golos foi melhor marcador do AC Fafe e do jogo, seguido por Mário Lourenço com 7 golos.

O Banhadas Andebol

Europeu Sub-18 Masculino 2014 – IX

EHF M18 EURO - 2016

Terminou mais um Euro Sub-18, com a sua Fase Final a terminar em 21 de Agosto de 2016, na Croácia.

Além da Seleção Nacional de Sub-18, que disputou os lugares do 9.º ao 12.º Segundo, evitando desta forma descida de Divisão no novo esquema dos Campeonatos Jovens da EHF, ainda conseguiu um lugar que lhe garantiu a presença no Mundial de Sub-18 em 2017, estivemos igualmente representados por Rui Coelho, que foi um dos três Representantes da EHF.

FRANÇA BICAMPEÃ EUROPEIA
 (Portugal em 10.º) 

Portugal defrontou a Noruega, a quem venceu no último Scandibérico em Burgos (24-20), num jogo onde o vencedor, ficava desde logo apurado para o próximo Mundial de Sub-18 em 2017 (11 primeiros), e Portugal não deixou os seus ”créditos por mãos alheias”, e votou a vencer, num encontro de grande equilíbrio, pois por exemplo apenas se conseguiu colocar na frente do marcador aos 26 minutos de jogo, Por Jenilson (5 golos), um dos melhores jogadores em campo (na nossa opinião), mas não evitou a igualdade a 14 golos que se verificava ao intervalo, Portugal neste período de jogo não conseguiu em termos atacantes colocar uma bola no pivot e realizou 8 perdas de bola por mau passe, dos quais resultaram 4 golos dos noruegueses. No segundo tempo com uma forte melhoria não só no ataque mas também a defender, com o guarda-redes Manuel Gaspar 8considerado o melhor jogador da equipa portuguesa) em bom plano, mas com a equipa da Noruega a conseguir equilibrar o jogo e o marcador até cerca dos 40 minutos quando se registava uma igualdade a 23 golos, a partir deste momento Portugal assumiu em definitivo o comando do jogo e do marcador chegando a ter 5 golos de vantagem (56 minutos 31-26 e 58 minutos 32-27), para permitir alguma recuperação no marcador aos noruegueses já em período de descompressão com André Gomes (10 golos) a falhar clamorosamente um livre de 7 metros aos 59 minutos, bom jogo igualmente do jovem Diogo Silva (6 golos). Portugal voltou a defrontar a Suécia a quem venceu nos jogos da Intermediate Round, agora para definir o 9/10 lugar na classificação geral, e desta vez perdeu por 31-29, num jogo em que o equilíbrio no marcador se manteve até aos 23 minutos quando o resultado era uma igualdade a 12 golos, a partir deste momento os suecos assumiram o comando do jogo e do marcador até aos 60 minutos, com o intervalo a chegar com os suecos na frente por 17-15, foi um encontro onde Portugal (na nossa opinião) entrou demasiado confiante e teve momentos de displicência total, sofrendo perdas de bola e realizando ataque demasiado curtos e pouco pensados, chegando a permitir que os suecos estivessem na frente do marcador com 6 golos de diferença, cerca dos 40 minutos de jogo, quando os suecos venciam por 23-17, revelando pouca concentração competitiva, talvez por que os principais objetivos já estavam alcançados. Não poderemos terminar apesar sem uma referência a Diogo Silva com 7 golos melhor marcador de Portugal e melhor jogador da equipa e ainda a André Gomes e O. Nekrushets, ambos com 6 golos cada, e para a prestação do guarda-redes português Manuel Gaspar neste encontro.

Hoje publicamos os últimos resultados, não só de Portugal, como todos os jogos que definiram a classificação Final.

9/12 Lugar
Dia 19-08-16
Rússia 22 – 30 Suécia
Portugal 33 – 30 Noruega

Resultados Finais

Final
França 40 – 38 Croácia
3/4 Lugar
Alemanha 32 – 31 Eslovénia (C/ 2 Prolongamentos)
5/6 Lugar
Dinamarca 28 – 24 Espanha
7/8 Lugar
Islândia 32 – 30 Sérvia
9/10 Lugar
Suécia 31 – 29 Portugal
11/12 Lugar
Rússia 27 – 18 Noruega
13/14 Lugar
Suíça 27 – 35 Polónia
15/16 Lugar
República Checa 39 – 30 Eslováquia

Classificação Final – 1.º França, 2.º Croácia, 3.º Alemanha, 4.º Eslovénia, 5.º Dinamarca, 6.º Espanha, 7.º Islândia, 8.º Sérvia, 9.º Suécia, 10.º Portugal, 11.º Rússia, 12.º Noruega, 13.º Polónia, 14.º Suíça, 15.º República Checa e 16.º Eslováquia.

Notas

Os 11 primeiros disputam em 2017 o Mundial Sub-18, por apuramento directo.

De referir que as três (3) equipas piores Classificadas (Suíça, República Checa e Eslováquia) disputarão em 2018 na prática a 2.ª divisão do Europeu de Sub-20, com os melhores classificados da prova de Sub-18 (2.ªDivisão), a ser disputada na Bulgária, Geórgia e Lituânia, a serem promovidos á 1.ª Divisão do Euro Sub-20 em 2018 (Ilhas do Faroé, Roménia e Israel).Conforme o novo diagrama destas competições já divulgado em oportunidade por nós

De realçar a excelente qualidade das transmissões, mesmo em Livestream que só são possíveis na nossa opinião por a modalidade ser uma das modalidades prioritária na Croácia, Continuou-se a verificar apenas uma boa aderência do público nos jogos onde participava a equipa do Pais Organizador, registando-se assistências acima dos 1000 espectadores, nos restantes jogos e tal como já tinha verificado nas outras fases, com raras exceções a presença de público foi aquém do desejado.

De destacar que em relação aos semifinalistas de 2014, apenas a França foi repetente.

De referir que no jogo para o 3/4 Lugar (Alemanha / Eslovénia), que terminou com a vitória da Alemanha por 32-31, apenas foi decidido após o segundo prolongamento já que no tempo regulamentar, se registava uma igualdade a 22 golos, no final 1.º Prolongamento o resultado era de 26-26, para ser decidido apenas no 2.º prolongamento.

Foram ainda distinguidos os seguintes atletas:
Melhor Guarda Redes – Till Klimpke (Alemanha)
Melhor Ponta Esquerdo – Stefan Sunajko (Sérvia)
Melhor Lateral Esquerdo – Sebastian Heymann (Alemanha)
Melhor Central – Ian Tarrafeta Serrano (Espanha)
Melhor Pivot – Adrian Milicevic (Croácia)
Melhor Lateral Direito – Ivan Martinovic (Croácia)
Melhor Ponta Direito – Benjamin Richert (França)

Melhor Defensor – Miha Kavcic (Eslovénia)
Melhor Marcador – Ian Tarrafeta Serrano (Espanha) 58 golos

O Português André Gomes foi o terceiro nesta classificação com 54 golos

MVP – Kyllian Villeminot (França)

O Formador